Teatro

ABRIL 2020

CINETEATRO |CASA MUNICIPAL DA CULTURA

Trata-se de uma semana na vida de um pianista que, estando encarcerado, privado da liberdade e do seu piano, será refém numa rebelião iminente. Ele vive num ritmo de contagem regressiva e as suas expectativas, impressões, lembranças, reflexões e sensações são expressas num diário que ele inicia numa segunda-feira e termina quando estoura a rebelião, num domingo.

O Núcleo Vinícius Piedade & CIA. é uma plataforma de criação artística dos espetáculos de Vinícius Piedade. Os espetáculos do Núcleo são resultado de pesquisa e desenvolvimento individual, porém, sempre contando com colaboradores fundamentais. A principal proposta dos espetáculos é aprofundar o mergulho na existência humana por meio de personagens em situações limites. Condensam na interpretação a mistura de diversos estilos teatrais, indo da improvisação livre aos movimentos inspirados na dança contemporânea, da comédia inconformada às partituras de mímica. Os trabalhos visam levar o público a navegar nas peças como co-autores da realização teatral. Na base dos projetos do Núcleo Vinícius Piedade & CIA. está a conceção de uma arte popular entendida como uma arte acessível a todos, sem procurar ser destinada a um público especifico. Os espetáculos do Núcleo já foram apresentados em diversos países.

Entrada: Normal: 5€; C/ Cartão Municipal: 2,5€


MARÇO 2020

CINETEATRO |CASA MUNICIPAL DA CULTURA

Esta obra recomendada pelo Plano Nacional de Leitura para o 9º ano e escrita por Gil Vicente, é mais um clássico que entra no repertório da ETCetera. Embarquemos então nas palavras e jogos de interesses deste escritor, onde a realidade se mistura com a fantasia e onde os costumes antigos (ou atuais) são ridicularizados e julgados por um Anjo e um Diabo. Os participantes vão tentando embarcar para o Paraíso, mas vão sendo arrastados para a do Inferno. Neste espetáculo, com cerca de 60 minutos, os alunos são desafiados a julgar a vida das personagens que vão desfilando e sobretudo a entender uma obra que, não tendo uma linguagem fácil, acaba por nos transportar à época de Gil Vicente. Desta forma, entenderão melhor as intrigas, as profissões e todos jogos de bastidores que existiam na época. Com este espetáculo, pretendemos ajudar o aluno na compreensão da obra, bem como analisar o presente, de forma a ter uma opinião construtiva do que o rodeia, porque a nossa missão também é essa. Auto da Barca do Inferno, vai surpreendê-lo. Embarque connosco nesta viagem.

Encenação e sonoplastia - Luís Trigo; Interpretação - Luis Sousa, Maria Mata, Tiago Regueiras e Tiago Valente; Adereços - Graça Onuva; Figurinos - Paula Trigo; Cenografia - Graça Onuva e Paula Trigo


CINETEATRO |CASA MUNICIPAL DA CULTURA

Esta podia ser a história de Blimunda, a mulher mais mulher que as outras por ver algo que elas não veem e Baltasar, um "menos Homem" por ter perdido a mão, que vivem marginais às leis de Deus e apenas com o sonho de "voar". Podia ser a história do Padre Bartlomeu Gusmão e do seu sonho da "passarola voadora". Podia ser a história de um Rei que não consegue ter filhos e que tenta tudo para o efeito... Na realidade são todas e outras histórias que se fundem nesta adaptação da ETCetera Teatro, onde o mais importante é "ver", procurar o sonho e ser ousado e livre... A liberdade, tem nesta obra, um peso histórico, quase que uma critica à exploração dos pobres pelos ricos, onde os sonhos de um, são os trabalhos de outros... A corrupção religiosa, a guerra entre indivíduos e a miséria de um povo julgado pela inquisição. Um Rei que faz uma promessa... uma promessa que será cumprida pela vila de Mafra... pelo povo. Nesta obra, a ETCetera Teatro vem dar ao aluno uma nova visão da obra, analisando o sonho de voar e sobretudo, analisando que o "ver" é extremamente importante. "Era uma vez um rei que fez promessa de levantar um convento em Mafra. Era uma vez a gente que construiu esse convento. Era uma vez um soldado maneta e uma mulher que tinha poderes. Era uma vez um padre que queria voar e morreu doido. Era uma vez."

Encenação, adaptação do texto e sonoplastia - Luís Trigo; Interpretação - Antony Sousa, Inês Cardoso, Pedro Miguel Dias, Sérgio Silva, Tiago Garrinhas, Vânia Mendes; Cenografia, figurinos e adereços - Paula Trigo


CINETEATRO |CASA MUNICIPAL DA CULTURA

Esta peça dramatiza a intemporal história que narra a vida da família Maia, a política do séc.XIX, as corridas de cavalos, as tardes passadas no Grémio Literário e os passeios em Sintra. Através de Carlos da Maia, homem abastado, culto e sedutor, conhecemos João da Ega, a projeção literária de Eça de Queirós, o avô Afonso da Maia, que procura incutir a sua posição conservadora, o aspirante a "chique" Dâmaso Salcede, os Condes de Gouvarinho, espelhos da falsidade da sociedade e incompetência do poder político e outras personagens que caracterizam a sociedade lisboeta do fim do séc. XIX. Destinada ao 11º ano de escolaridade, esta peça conta com 2h10min e mantém-se fiel à narrativa da época no que toca à linguagem, cenário, figurinos e adereços e à visão de Eça de Queirós que descreve esta sociedade de costumes enquanto retrata o romance entre Carlos da Maia e Maria Eduarda, dois jovens que ao longo da trama descobrem algo que mudará as suas vidas para sempre.

Encenação, adaptação do texto e sonoplastia - Luís Trigo; Interpretação - Antony Sousa, Inês Cardoso, Pedro Miguel Dias, Sérgio Silva, Tiago Garrinhas, Vânia Mendes; Cenografia, figurinos e adereços - Paula Trigo.


CINETEATRO |CASA MUNICIPAL DA CULTURA

Sinopse
Desejosa de escapar dos trabalhos domésticos que é obrigada a fazer na casa de sua mãe, a jovem Inês Pereira resolve conseguir um marido. Uma primeira tentativa é feita por intermédio da alcoviteira Lianor Vaz, que lhe indica para marido Pero Marques, aldeão simples, mas rico. Inês recusa o pretendente, considerando-o excessivamente simplório. Contrata então Vidal e Latão, dois irmãos judeus que lhe conseguem o marido dos seus sonhos: Brás da Mata, escudeiro galanteador.
O que é que acontece quando tudo o que há para correr mal… corre? Quando atores não sabem o texto, falham marcações, cai cenário…? Esta encenação de um espetáculo com quase 500 anos de existência tenta dar uma nova roupagem ao texto, sem desvirtuar as intenções ou adulterar a obra original de Gil Vicente. Trata-se de um espetáculo com camadas, que junta e separa simultaneamente a personagem, o ator e o intérprete, percorrendo os vários caminhos que a comédia oferece, num divertido espetáculo que prende o espectador do início ao fim!

FICHA TÉCNICA
Texto Original:
Gil Vicente; Encenação: Cristóvão Carvalheiro; Interpretação: Cristóvão Carvalheiro, Mafalda Canhola, Nuno Geraldo e Rui Oliveira; Música: Ricardo França; Duração: 50 minutos; Classificação: M 12


FEVEREIRO 2020

CINETEATRO |CASA MUNICIPAL DA CULTURA

Tudo aquilo que fazemos tem um significado. Bom, pode não ter um significado. Se estiver no mar do Algarve a tomar banho e de repente um carapau saltar e o agredir não terá assim um grande significado ou terá? Porque isto realmente aconteceu com António Raminhos e faz parte do novo espetáculo, O sentido das Coisas e isso, uma viagem entre o humor e a busca da resposta à dúvida porque é que estamos aqui e já agora porque é que um carapau o agrediu no Algarve.

Sem Intervalo; Classificação: M/ 16 anos
Promotor: Brain Entertainment Unipessoal LDA.

Bilhete Único:
12 €


JANEIRO 2020

CINETEATRO |CASA MUNICIPAL DA CULTURA

Grupo Missão País

No segundo ano da passagem da Missão País por Seia, o grupo irá apresentar uma nova peça na Casa Municipal da Cultura de Seia. Desta vez a acção principal acontece no palco da própria Casa da Cultura de Seia, ou seja, o enredo começa a uma segunda-feira e acompanha os 6 dias consecutivos de uma típica semana de missão da comunidade do teatro. De uma forma resumida, retratam-se as vivências do grupo de missionários que participa na preparação da peça, revelando como as peripécias do fazer e do criar uma peça de teatro e, acima de tudo, as diferentes posturas dos missionários relativamente aquilo que é o âmago da Missão País, sob o lema "Desce depressa, Eu fico contigo"."

Entrada livre