MARÇO 2019

TEATRO

CASA MUNICIPAL DA CULTURA

Dia 30 | Março | 21:30 Horas

O DIA DA ILUSÃO, Asta Teatro

Não chores porque acabou, sorri sim porque aconteceu…agora nem choro nem sorrio, agora olho as estrelas e não me encontro…
Em um Dia de Ilusão, entramos no mundo de uma qualquer estrela (de)cadente, mas poderia ser o dia de ilusão de qualquer um de nós. Se as coisas foram feitas para serem usadas e as pessoas amadas, porque usamos as pessoas e amamos as coisas?
O espetáculo conta as peripécias de uma diva em decadência, ou não. Ora temos Helena Prestes em palco, a diva da música portuguesa, ora temos Maria, uma governanta muito especial, provavelmente de raízes populares.
Ao espetáculo de teatro junta-se também a música ao vivo, já que a peça termina com a "diva" numa alusão a um dos seus espetáculos.

produção_ASTA; encenação_Rui Pires; interpretação_Carmo Teixeira; texto _António Abernú; direção de produção_Sérgio Novo; design gráfico_Sérgio Novo; adereços e acessórios _Sérgio Novo e Paulo Runa; guarda-roupa_Sérgio Novo e Miguel Gigante; cenografia_João Cantador e Sérgio Novo; desenho de luz_João Cantador e Rui Pires; operação de luz e som_João Cantador e Rui Pires; arranjos musicais e piano_Hugo Santos; técnico de som_Miguel Castelo Branco; voz off _Horácio Carvalho; duração_60 min.; classificação etária_M/6

Entrada: Normal - 4€; C/ Cartão Municipal - 2€

FEVEREIRO 2019

TEATRO

CASA MUNICIPAL DA CULTURA

O teatro conta a história de dois irmãos gémeos, Maria e João. Separados à nascença, os gémeos crescem em casas com ambientes muitos diferentes, o que também se reflecte nas suas personalidades. No dia em que fazem 22 anos, recebem uma mensagem do pai "biológico", a confiar-lhes um tesouro "maior do que eles podem imaginar".
Motivados pela riqueza prometida, cada um dos irmãos parte à descoberta do tesouro. E nesta procura que eles se encontram e conhecem, sendo que a partir desse momento a aventura torna-se a interacção (difícil) que acontece entre os dois.
Um acidente de carro virá a aproximar os irmãos, e mudar as suas vidas para sempre.

Entrada livre, sujeita à lotação da sala

TEATRO _ Stand Up Comedy

CASA MUNICIPAL DA CULTURA

Depois do medo marca o regresso de Bruno Nogueira ao stand up e, juntamente com isso, o regresso à escrita de sinopses na terceira pessoa do singular. Neste seu novo espetáculo, Bruno Nogueira aborda questões que só incomodam pessoas que têm demasiado tempo livre.

Bilhetes à venda em:

  • Casa Municipal da Cultura
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TEATRO

CASA MUNICIPAL DA CULTURA

Este espetáculo baseia-se na obra de José Saramago. Fernando Pessoa e Ricardo Reis podem encontrar-se? Confrontar o criador e a sua obra? Qual a sua relação?
Ricardo Reis, homem vindo do Brasil, preocupa-se com a cidade de Lisboa e a sua passiva noção de felicidade. O país da sopa dos pobres e das obras de caridade em todas as paróquias e freguesias. O país onde se morre de doença e de falta de trabalho. O país dos milagres de Fátima e da devoção ao chefe...
Ricardo Reis veio para morrer, mas sobretudo para dar esperança a pacientes como Marcenda ou mulheres como Lídia.

Neste espetáculo destinado ao 12º ano e com uma duração prevista de 1h20min, o universo de Saramago e Fernando Pessoa fundem-se para dar ao público uma ideia do que era a vida social, económica e moral do nosso país pré salazarista.

TEATRO

CASA MUNICIPAL DA CULTURA

Esta história intemporal caracteriza a sociedade lisboeta do fim do séc. XIX: a política, as corridas de cavalos, as tardes passadas no Grémio Literário, os passeios em Sintra, os aspirantes a chique, etc.
Esta crítica à sociedade é feita através da narrativa da vida de Carlos da Maia, homem abastado e culto. Como a maioria das pessoas da época, acaba por viver uma vida dupla, tendo sido amante de várias senhoras da alta sociedade. Ao seu lado tem o seu melhor amigo, João da Ega, a projecção literária de Eça de Queirós. É uma personagem contraditória: romântico e sentimental, mas também progressista e crítico. O avô Afonso da Maia, assiste a tudo, observando e tentando, sem efeito, incutir a sua posição conservadora. Passamos também por Dâmaso Salcede, que representa tudo o que a sociedade tinha de pior. Mesquinho e convencido, tem uma única preocupação na vida: ser "chique a valer". Os Condes de Gouvarinho, espelhos da falsidade da sociedade, representam a incompetência do poder político.
Eça de Queirós descreve esta sociedade de costumes e acaba a história com o romance entre Carlos da Maia e Maria Eduarda, dois jovens que ao longo da trama descobrem algo que mudará as suas vidas para sempre. Um final trágico, mas óbvio e que somente Eça poderia dar nesta obra.

Texto e dramaturgia: Norberto Barroca; Encenação: Luís Trigo; Música: Luís Trigo; Elenco: Daniel Pinheiro, Luis Trigo, Kátia Guedes, Nuno Martins, Pedro M. Dias e Vânia Mendes; Cenografia: Paula Trigo; Figurinos e adereços: Paula Trigo e Helena Gama

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