Música

DEZEMBRO 2021


OUTUBRO 2021

No auditório da Casa Municipal da Cultura de Seia, estarão os artistas musicais João Silva e André Hencleenday. A base musical do evento será The Construction of Time, de Vitor Joaquim.

Nos outros palcos vão estar os músicos Vítor Joaquim, Ulrich Mitzlaff e a artista visual Alba Corral.

A Rádio Altitude, Rádio Cova da Beira e a Rádio Antena Livre de Gouveia, em conjunto com outras rádios da região, vão assumir a transmissão do evento.

A mesa redonda visa reunir agentes das Ciências, Tecnologia e das Artes e representantes institucionais, de modo a explorar importância da tecnologia no desenvolvimento e produção de práticas artísticas, como por exemplo a gravação e transmissão de conteúdos musicais em tempo real, as potenciais aplicações e impactos desses resultados na sociedade, nomeadamente no território da Beira Interior.

Neste sentido, o inPULSOS reúne a Escola das Artes da Universidade Católica do Porto, a WAVECOM, a Alba Corral e a Guarda 2027. O projeto partiu do conceito de sinapse, utilizado no âmbito da candidatura para desafiar a inteligência, a criatividade e a produção cultural. O evento define-se, assim, como um “sistema nervoso cultural” constituído por diferentes polos de criação e interpretação, ou “neurónios”, cuja relação/interação em tempo real resulta numa performance na qual a música é o impulso cultural.

Além disso, a inspiração para este projeto surgiu alinhada às premissas da Iniciativa STARTS – Science, Technology and the Arts, desenvolvida e apoiada pela Comissão Europeia, cuja missão é desenvolver projetos de inovação tecnológica, centrados nas necessidades e valores humanos, através da cooperação entre cientistas, artistas, indústrias, empresas de tecnologia e sociedade.

Entrada Livre


Concerto de abertura do CineEco 2021

Com temas e letras actuais pautadas por ironia certeira, os ANAQUIM continuam o seu percurso acompanhando os tempos com optimismo. Fruto da escuta da obra de nomes como Fausto, Sérgio Godinho e Zeca Afonso misturam influências internacionais como a canção francesa, a música blue grass e gypsy Jazz num resultado irreverente. Ao vivo garantem a qualidade, diversidade, boa disposição, interação e festa. O seu ultimo álbum “O Quarto de Anaquim” lançado em 2018, originou o lançamento dos singles “Corta a Barba” e um dueto com Katia Guerreiro “O Fado fugiu de casa” em 2019. Em 2020, lançaram o vinil “Anaquim” de onde se retiraram os temas “As tuas palavras” e “Ele há gente para tudo”, este último tema da novela “A Serra” do canal SIC, filmada na Serra da Estrela. A banda de Coimbra, vai seguindo o seu caminho na música Portuguesa sempre em passo certo e divertido!

Compositor e letrista - voz e guitarras: José Rebola; Teclado: Pedro Ferreira; Guitarra: Luís Duarte; Baixo: Filipe Ferreira; Bateria: João Santiago (todos parceiros de músicas, risadas e quarto!

Obrigatório uso de máscara e cumprimento das recomendações da DGS

A entrada é gratuita, mas os lugares são marcados e é necessário levantar bilhete previamente. Informações: 238 310 293


SETEMBRO 2021


AGOSTO 2021

CASA MUNICIPAL DA CULTURA

1 - 30 | Agosto

Residência Artística | DME
Camila Menino & Manuel Brásio (PT) ::: A Terra dos Sorrisos Tapados

1 setembro _ 18h00: Apresentação de exercício final
entrada livre

"Nesta narrativa, apresentada em modo de concerto multimédia (para vídeo, trompete, percussão e eletrónica), iremos explorar a visão de uma personagem coletiva heterogénea, composta pelos testemunhos reais, paralelos e intergeracionais de quem viveu no campo ou nasceu na cidade - estes testemunhos serão recolhidos ao longo de quatro meses, em sete localidades da zona norte e centro, litoral e interior de Portugal: Viana do Castelo, Póvoa de Varzim, Porto, Chaves, Torre de Moncorvo, Campo Benfeito e Seia."

Camila Salomé Menino
Trompetista e compositora natural do Porto. Frequenta a licenciatura em música na Universidade de Aveiro. Compositora emergente da 1ª Edição do Festival CriaSons, na temporada 2018/19 da Musicamera Produções; vencedora do concurso “Quem é Calouste?”, organizado pela Fundação Calouste Gulbenkian; premiada na 8ª, 9ª e 10ª edição do concurso “Prémio de Composição Século XXI”, organizado pela ARTEAM. Colaborou na criação do álbum “Reflexos” e “Flow”, gravados pelo clarinetista Frederic Cardoso e pelo eufonista Mauro Martins, respetivamente. Escreveu “Silêncio para 4”, para flauta e recitante, obra inserida no Concerto de Laureados do Prémio Musa 2020, organizado pelo MPMP – Movimento Patrimonial pela Música Portuguesa. Colabora com a Orquestra Clássica de Espinho e a Orquestra de Sopros da Academia de Artes de Chaves.

Manuel Brásio
Músico e criativo ligado à composição e sound design para concerto, teatro, dança, e cinema, baterista e percussionista freelancer; professor e formador nas áreas da criatividade musical; sócio sobrevivente da AISCA, sócio fundador e coordenador de actividades da Interferência juntamente com José Tiago Baptista; colabora ainda no projecto FabLab Porto de João Barros, na equipa da Digitópia/Casa da Música e no projecto performativo Melífluo. Licenciado em Composição na ESMAE; Mestre em Multimédia: Música Interactiva e Design de Som pela FEUP; Compositor editado pelo Mic.pt e pelo mpmp; colabora frequentemente com o Teatro do Montemuro; escreveu “Bom dia Sophia” para oboé solo, uma encomenda da RTP/ANTENA2 para o Prémio Jovens Músicos 2018; Foi ainda director artístico, compositor e intérprete de SUPRAHUMAN obra em digressão da Interferência em 2019 com o apoio da DGARTES, Centro Nacional de Cultura, IPDJ e Antena 2. De momento apresenta-se em digressão com QUEM FALA ASSIM, um concerto multimédia, produção Interferência em colaboração com a Associação Portuguesa de Gagos no qual divide a criação e direcção artística com José Tiago Baptista.

mais info: www.manuelbrasio.xyz / www.interferencia.pt

Organização: Festival DME;
Apoio: Município de Seia, Escola Superior de Turismo e Hotelaria de Seia (IPG)


CASA MUNICIPAL DA CULTURA

15 - 30 | Agosto

Residência Artística | DME
Wen Liu (CHN/AUS) ::: Museum of Mankind

Dia 2 de setembro – 18h – Apresentação de exercício final
e participação de Jug Marković (SRB) ::: (nova obra acusmática)
entrada livre

Wen Liu
A compositora Wen Liu continuará a desenvolver o seu projecto de longo prazo: um teatro musical transmedia com projeções audiovisuais. Partindo do conceito de Gesamtkunstwerk, este projecto visa criar uma nova experiência de "exposição" teatral imersiva, questionando e explorando a relação emocional e moral entre o homem e o meio ambiente, nos dias de hoje e no futuro próximo.

Wen é a fundadora e directora artística do Festival M.A.R.S. (Music & Arts ReSound), sendo também fundadora do Studio M.A.R.S. Wen concluiu a licenciatura e o mestrado em Composição na Universidade de Música e Artes de Viena, e doutorou-se na Universidade da Califórnia em San Diego.
Wen foi a vencedora do Talentebörse-Kompositionspreis Austria, Austrian Staatsstipendium, da Competição Internacional de Composição Francisco Escudero (Espanha), e da Competição Internacional de Composição New Nota Croatia. Também foi galardoada com a Förderungspreis para Música da Cidade de Viena, e com o Prémio Theodor Körner, sob o patrocínio do Presidente Austríaco Dr. Heinz Fischer.
Wen é uma artista que trabalha com música, vídeo, dança, projeção e outros media interdisciplinares. Os seus premiados projetos são construídos com artistas de outras áreas, como bailarinos, artistas visuais, e muitos outros. A sua obra tem sido apresentada em festivais internacionais, como La Biennale di Venezia, Athens Digital Arts Festival, Wien Modern, Expo Shanghai, ManiFeste IRCAM, Steirische Herbst, ZeitRäume Basel:Bienalle für Musik und Architektur, Crossings para música e dança contemporânea em Joanesburgo, Biennale Taschenopernfestival Salzburg, Festival Mixtur Barcelona, Stockholm Fringe Fest, entre outros.


Jug Marković
O compositor Jug Marković irá usufruir da residência artística DME em Seia para compôr uma nova obra acusmática e partilhar com a comunidade local as suas obras para piano, interpretadas pelo próprio.

Jug Markovi#c aborda a música de um modo deliberadamente intuitivo. Nas suas peças, Jug tende a evitar conceitos estritos e premeditados, bem como sistemas formais, não possuindo quaisquer intenções extra-musicais. Jug interessa-se particularmente por música com uma energia elevada, mundos sonoros intensos, e texturas densas, bem como um ecletismo na abordagem estilísticas e uma recontextualização (jogando com) referências e gesto com uma conotação histórica acentuada.
Markovic nasceu em Belgrado, onde residiu até ao ano passado. Neste momento, vive em Paris, onde ingressou no programa Cursus do IRCAM. A música de Jug tem sido apresentada em vários festivais de música na Europa, como o ManiFeste, Donaueschinger Musiktage, Time of Music, Festival d’Aix-en-Provence, New Music Dublin. Venceu também o ISCM Young Composers Award 2019 com a peça para coro “Nirvana”, bem como o Prémio Stevan Mokranjac 2019, ou prémios em competições como a New Classics Competition do Conservatório Tchaikovsky, Gubaidulina Competition ou a competição do Ensemble Festival. A sua música foi interpretada, entre outros, pelo Ensemble Intercontemporain, Divertimento Ensemble, Mivos Quartet, Diotima Quartet, Coro da Rádio Letã, Coro de Câmara da Irlanda, Orquestra Gulbenkian, Filarmónica de Bruxelas, e a Orquestra Sinfónica da RTS. A sua peça Vokativ (para orquestra) foi selecionada pelo Conselho Internacional da Música como uma das “peças recomendadas” na 65ª Tribuna Internacional para Compositores. Jug também foi compositor residente na Fundação Gulbenkian, bem como em Snape Maltings (Reino Unido), onde foi orientado por Michael Finnissy. Jug possui um mestrado em composição pela Universidade de Artes de Belgrado, bem como uma licenciatura em arqueologia.

Organização: Festival DME;
Apoio: Município de Seia, Escola Superior de Turismo e Hotelaria de Seia (IPG)
Hostel Criativo do Sabugueiro

+ info:
http://www.festival-dme.org/2021/02/residencia-artistica-seia.html


JULHO 2021

XVI Seia Jazz & Blues

2, 3 e 4 julho 2021

Parque Verde do CISE – SEIA

PROGRAMA:

José Reis, Jorge Oliveira, Bino Ribeiro & João Belchior.. são os constituintes da Peter Storm & The Blues Society. Quatro experientes músicos do panorama dos Blues em Portugal que participam/participaram em bandas como.. Johnny Blues Band, Minnemann Blues Band, Judy Blues Eyes Band, Tributo Clapton Addicton, The Smokestackers, e que são frequentemente requisitados para constituir bandas de artistas internacionais que passam pelo nosso país, via festivais de Blues.. casos de Diunna Greenleaf, Shanna Waterstown, etc.
Com o propósito de agradar aos verdadeiros amantes do estilo, decidem levar ao encontro do público o lado mais conservador dos Blues, recriando temas de lendários artistas, tais como.. James Harman, Pistol Pete & Roy Hytower, Albert King, Lonnie Brooks, Buddy Guy, BB King, Magic Slim, Jimmy Burns, etc..
A banda apresenta um espectáculo versátil e intimista sustentado na experiência dos intervenientes, proporcionando a quem assiste, uma apaixonante viagem temporal pela história dos Blues.

Entrada: 5€


A Big Band da EPSE é um projecto que nasce no âmbito da disciplina de “Projectos Colectivos de Improvisação” do Curso Profissional de Instrumentistas de Sopro e Percussão/ Cordas e Tecla da Escola Profissional da Serra da Estrela. Com o objectivo de iniciar os seus alunos na área da improvisação, desenvolve um repertório baseado em standarts do Jazz e do Blues, incentivando-os ainda ao desenvolvimento da criação artística.
A Big Band da EPSE realiza concertos em diferentes pontos da Região, tendo, desde 2012, participação regular no Festival Seia Jazz&Blues, acompanhando músicos como Bárbara Maximino, Gileno Santana, João Barradas, José Nine e David Solernou Bellido (Espanha).

Entrada Livre


JOGO de DAMAS é um grupo vocal criado em 2009, no Porto, constituído pelas vozes de Barbara Francke, Fátima Serro e Sameiro Sequeira, às quais se junta atualmente Gabriela Braga, na terceira versão do projecto. O seu primeiro trabalho discográfico – “Jogo de Damas”, surge pela Editora Numérica, tendo sido muito bem recebido pela critica e obtido um assinalável sucesso junto do público e esgotado a edição. No seu percurso tem vindo a apresentar-se em variados festivais de Jazz de referência nacional, entre muitos outros palcos, tendo esgotado por três vezes, o auditório da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. No seu espetáculo, o Jogo de Damas conjuga temas cantados a capella com temas em que é acompanhado por um trio de jazz – piano, contrabaixo e bateria, constituído por três conceituados músicos do panorama jazzístico português: Paulo Gomes, Miguel Ângelo e Acácio Salero.
Em outubro de 2018 edita o seu segundo cd – “Too Close” – um “disco Antena 1”, que percorre dez temas pop e jazz, incluindo o single “Sunny”.

Entrada: 5€


“Como a exaltação de uma antiga sombra, o bafo de uma antemanhã de renovo e nostalgia acentuará o paradoxo da construção do ser.” (...) “É então que se impõe a tarefa de unificação das formas e a circulação viva dos contrários, de tal modo que o interior da construção adquira a lenta espessura da temporalidade e a límpida vivacidade de cada instante”.

António Ramos Rosa em O Aprendiz Secreto

Neste primeiro volume ‘The Art of Song [When Baroque meets Jazz]’ exploramos o universo musical formal do extenso período barroco associando-o à liberdade estilística da improvisação e do Jazz.
Coabitam num território próprio as influências musicais que nos moldaram artisticamente – a música erudita, o jazz e o cancioneiro tradicional – são, aliás, premissas para este disco e aparecem espelhadas nas composições que escrevemos.
Inúmeras são as ressonâncias entre os dois géneros, no entanto algo se destaca:
as suas melodias tecidas por um ADN intemporal que guardamos e transportamos secretamente na nossa memória afectiva.

Rita Maria & Filipe Raposo

Rita Maria: Canto e composição; Filipe Raposo: Piano e composição
Apoio Fundação GDA Produção Piano Piano Produções Apoio à Divulgação Antena 2

Entrada Livre


Composto por músicos da Gira Sol Azul, o colectivo com o mesmo nome apresenta-se ao longo do ano em diversos contextos e eventos propondo geralmente uma viagem pelo cancioneiro de standards jazz, blues e bossa nova.
No âmbito do Que Jazz É Este? / Festival de Jazz de Viseu, este colectivo convida anualmente um artista de peso no panorama internacional, partilhando assim o palco e repartindo com o público a energia musical advinda da experiência privilegiada que vivem. Foram convidados das últimas edições Freddie Gavita, Manuela Panizzo, Dominique diPizza e Omar.

Piano, direcção musical, arranjos: Joaquim Rodrigues; Vozes: Ana Bento, Catarina Almeida, Célia Botelho, Ricardo Augusto; Guitarra: Bruno Pinto; Baixo: Pedro Lemos; Bateria: Miguel Rodrigues

Entrada Livre



MAIO 2021

CINETEATRO |CASA MUNICIPAL DA CULTURA

Integrado no Festival ARTIS

Ningue Ningue, formado por César Prata e Maria Mendonça, é um novo projeto para a música portuguesa de tradição oral. O disco de estreia, lançado em julho de 2020, consiste numa edição limitada, com uma embalagem muito especial. Para além das vozes, o som do grupo é feito a partir de cordas, violino, piano e programações. O disco inclui originais e temas tradicionais arranjados pelo grupo.

Ficha técnica:
César Prata: beat root, bouzouki, cigar box guitar, dulcimer, flauta, guitarra, harmónica, kalimba, programações, sanfona, ukelele, voz.

Maria Mendonça: piano, violino, voz.

Obrigatório uso de máscara e cumprimento das recomendações da DGS

Entrada Livre